quinta-feira, 17 de agosto de 2017

GRES GUERREIROS DE JACAREPAGUÁ (RIO DE JANEIRO/RJ)


SRB IMPERADORES DO SAMBA (PORTO ALEGRE/RS)

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ACADEMIA DE SAMBA PURO (PORTO ALEGRE/RS)

GRES CAI CAI (JUNDIAÍ/SP)

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DESFILE ASSISTIDO

Desfile assistido hoje São Paulo SP 2017
* Acadêmicos do Tucuruvi - Eu Sou a Arte: Meu Palco É a Rua

GRES IMPÉRIO DE PETRÓPOLIS (PETRÓPOLIS/RJ)

Sinopse enredo 2018

Cerveja: De Pão Líquido à Paixão Nacional


Por Laerte Gulini

Apresentação
A cerveja é uma das bebidas alcoólicas mais antigas do mundo. Há indícios de que ela já era produzida desde 6000 a.C. pelas civilizações antigas do Egito, da Mesopotâmia e dos Sumérios. Não era necessariamente feita de trigo ou cevada, mas era fermentada com outros grãos. A bebida chegou ao Brasil junto com a família real e a corte portuguesa, em 1808. Dizem que Dom João VI gostava muito de tomar cerveja e não podia ficar sem bebê-la.

Justificativa
No Brasil, esse país tropical com clima tão perfeito, nós achamos que sabemos tudo sobre cerveja. O país do futebol também tem como tradição a bebida servida gelada em finais de semana de calor. Mas ainda existe muita história para contar acerca da cerveja. Depois da água e do chá, é a terceira bebida mais consumida do mundo e a mais popular entre as bebidas alcoólicas. Tanto que tem o Dia Mundial da Cerveja comemorado toda primeira sexta feira de agosto. A comemoração foi criada por Jesse Avshalomov e Evan Hamilton, dois amigos de San Francisco, na Califórnia (EUA), com o propósito de “unir o mundo para celebrar a cerveja”.

Sinopse
Abra uma cerveja que lá vem a história da bebida. Hoje paixão nacional, provas arqueológicas que iluminam a história da cerveja foram encontradas na Mesopotâmia, região onde os Sumérios formaram uma das mais antigas civilizações que cultivavam grãos. Produzidas pelos Gregos, que aprenderam com os Egípcios, é levado pelo Império Romano para a Gália, atual França. O Faraó Ramsés II tinha cervejarias enormes. Diz-se até que em textos egípcios existem cerca de 100 prescrições médicas pedindo cerveja. Esse povo sabia que uma cerveja por dia podia manter o sistema imunológico melhor. Sábios os egípcios, que tinham remédios muito melhores do que os que temos hoje. O Império Mesopotâmio nos deixou vários sinais da importância social da cerveja, particularmente no “Código de Hamurábi” escrito em 1730 a.C.: Os adulteradores de cerveja serão afogados em seus tonéis e obrigados a beber goela a baixo tanta cerveja até que sufoquem.
A cerveja parece ter sido acidentalmente descoberta por uma fermentação espontânea de cereais ou da própria massa do pão em contato com a água. Nesta época as mulheres eram responsáveis pela fabricação e distribuição da cerveja, consumida e valorizada na antiguidade. Bebida divina era oferecida aos Deuses como Ninkasi, a escolhida para referenciar a arte suméria de produzir cerveja.
Durante a Idade Média, a produção da cerveja se expandiu pelas mãos dos monges, que as produziam e distribuíam nos mosteiros para os hóspedes que por lá passavam, além de utilizarem-na como alimento durante o jejum, em que somente podiam consumir líquidos, daí uma das origens do termo “pão líquido”. Nessa época surgem os Santos cervejeiros: São Patrício, São Lucas, São Nicolau, São Wenceslau e São Gallo. Mas Santo Agostinho é oficialmente considerado o Padroeiro dos cervejeiros. Também nessa época o cervejeiro que fizesse três cervejas boas em sequência era morto acusado de bruxaria.
A produção da cerveja no Brasil somente começou a tomar corpo com a fuga da Família Real Portuguesa para a Colônia e levou alguns anos para se popularizar. Mas tudo poderia ter sido diferente caso os holandeses não tivessem sido expulsos do país no século 17. Mauricio de Nassau chega ao Brasil com uma expedição holandesa a serviço da Companhia das Índias Orientais e desembarca no Nordeste. Sua comitiva trazia cientistas e artistas que abriram diversos empreendimentos na região de Pernambuco, entre elas a primeira cervejaria do Brasil. Quando os holandeses foram embora a cerveja foi com eles. Todos os equipamentos e receitas foram levados pela expedição, o que apagou a bebida da história por cerca de 150 anos. Mas, com a fuga da Família Real Portuguesa para o Brasil, os portos da colônia são abertos e com isso as cervejas inglesas são importadas para o país.
O início da produção caseira/artesanal de cerveja no Brasil devemos aos imigrantes que aqui foram chegando no século 19. Neste período surgem as “Cervejas Marca Barbante”, produzidas no Brasil e comercializadas para o povo. O nome foi devido às garrafas possuírem um barbante que prendia a rolha, evitando que esta saísse com a alta pressão causada pela fermentação intensa, tal qual a “gaiola” na rolha da garrafa de champanhe.
Antes de 1850 a produção caseira era comum, mas atendia somente a família ou comunidade local e pequenas cervejarias artesanais surgiram neste período. Não demorou muito para que fusões acontecessem e cervejarias com escala industrial surgissem. A retomada da fabricação da cerveja no Brasil, foi registrada em 1830, com pequenas produções de imigrantes ingleses e alemães onde eram usados insumos como arroz, milho e trigo, já que era difícil conseguir cevada.
Até que o Alemão Kremer funda aquela que seria a primeira cervejaria imperial do Brasil, até hoje localizada na cidade imperial de Petrópolis, que consolida o gosto e faz acender a boemia na colônia.
Em 1888, surge quase que simultaneamente as duas maiores cervejarias do país. Uma no Rio de Janeiro e outra em São Paulo que começou como fábrica de gelo e passou a produzir cerveja em 1889.
Com as grandes guerras mundiais na Europa no início do século 20, a escassez de matéria-prima produzida no velho mundo atingiu também o país. Assim, os ingredientes locais que estavam à mão se tornaram ainda mais relevantes na produção das cervejas. Em 1967, uma nova cervejaria chega ao Brasil. Ela causou uma revolução em 1971, com a introdução das primeiras latas de cervejas, apesar de já ter no mundo desde 1935, primeiro em folhas de flandres, e depois introduziu as primeiras de alumínio em 1989. A década de 80 viu um boom econômico no Brasil que incentivou a indústria cervejeira, com o surgimento de micro cervejarias, choperias e aumento na oferta de estilos. Uma mudança significativa no mercado brasileiro e posteriormente mundial ocorreu em 1999 com a fusão das duas maiores e centenárias cervejarias do Brasil, criando a maior produtora de cerveja do país.
A cerveja também tem sua festa. O maior festival de cerveja do mundo, a OktobeerFest é realizada na cidade de Munique, na Alemanha. Mas a festa não começou por causa da bebida, e sim como uma celebração de casamento. Copiada em todo o mundo com imigrantes alemães, a festa tornou-se tradição e hoje é bem mais conhecida pelos milhões de litros de cerveja que são servidos a cada ano: 6 milhões, em média. As cervejas são classificadas por família e estilos. As famílias são Lagers, Ales e Sour. Dentro dessas três famílias existem mais de 150 estilos. A água representa praticamente 90% da base da cerveja e é essencial para o sabor da bebida. Tanto que muitas vezes é este o componente que caracteriza tipos de cerveja diferentes. A bebida é conhecida por proporcionar aos seus consumidores mais fieis a famosa “barriga de cerveja” ou “chopp”. Entretanto, estudos comprovam que a cerveja não é a responsável pela gordura localizada na região. Ela apenas interfere no aumento de gordura corporal total.

E assim, vamos bebemorar a cerveja, uma bebida milenar e uma das mais consumidas no mundo. Está na raiz da cultura ocidental, se mantendo relevante até hoje. Ela traz tradição, sabor, cultura, momentos de descontração, confraternização e encontro de pessoas. É uma bebida despretensiosa que pode ser consumida sem nenhuma pompa. A importância social da cerveja fez até surgir uma síndrome de nome engraçado e mais difícil de dizer para os cervejeiros, a Cenosilicafobia, a síndrome do medo de um copo vazio, que não suporta ouvir a palavra “saideira”. Portanto, na dúvida, que nossos copos estejam sempre cheios. Principalmente neste dia tão importante, de nosso desfile em dia de carnaval.

GRES TUPY DE BRAZ DE PINA (RIO DE JANEIRO/RJ)

Sinopse enredo 2018

“IMPÉRIO DA TIJUCA… NA CORTE DO SAMBA ÉS O PRIMEIRO”


POR SIDNEY SOARES

INTRODUÇÃO

Salve a corte do samba
Salve essa terra de gente que é bamba…
Um Império educativo e pomposo…
Nascida debaixo do manto sagrado da Nossa
Senhora que é da Conceição…
Criou raiz, ganhou paixão…
Hoje és orgulho de uma nação…
Nação grandiosa;
Nação vitoriosa…
Nação de gente orgulhosa, protegida, nascida do manto da grande mãe…
A mãe que abençoa, transforma sua força numa coroa…
Mãe que enaltece e engrandece  este Império onde o samba ecoa…
Império de gente que samba de gente que é bamba.
Eis que nossa senhora banhou nas águas de Oxum a criança, que no dia 08/12 nasceu…
A criança cresceu, em seu jardim floresceu…
Um pavilhão trepidante, impiedoso… Orgulhoso, o primeiro Império do samba…
Nobreza e tradição de gente que é bamba, e que sabe a força do seu pavilhão a brilhar…
Brilha em verde e branco…
Emociona nosso coração…
Com respeito às demais coirmãs és o primeiro entre muitas nações…
Hoje o Tupy vem saudar!
Vem cantar!
Vem homenagear a grandeza da tua história…
A beleza e grandeza de seus carnavais…
Peço passagem.
Oraiê iê ôôô, Kaô ôô…
Permita-me oh Império pomposo, grandioso…
Que é da Tijuca;
Te enaltecer… Ao meu samba se engrandecer com sua raiz… Grande nação de um povo feliz.
Orgulhosamente o Tupy vem mostrar
Vem cantar…
Essa escola de gente faceira, escola guerreira…
Império da Tijuca… Na Corte do Samba és o primeiro

SINOPSE

O morro da formiga acorda em poesia, enaltecido pela homenagem do Tupy, que mostrará sua grandeza e seus momentos de glória, passados na Sapucaí…
No rufar dos tambores chega ao morro com sua nobreza, seguido por toda a realeza… MOMO que narra nossa história com uma visão lúdica, toda a trajetória imperial.
Lança perfume pairando no ar.
Temos confetes, serpentinas e uma nova estrela a brilhar.
Rufando os tambores vejo escoteiros a marchar, no alto do morro educação a guiar.
És escola de samba, és cultura, és raiz;
Sua bandeira tem coroa tem força e poder; Não basta fazer samba tem que ler e aprender…
Já fomos heróis de um monte castelo, vivemos no Brasil império, Brasil República, até passamos por um Rio Imperial. Na corte tijucana por livros de história, fizemos carnaval.
Sinto cheiro de acarajé; leite de coco e dendê; No girar da baiana os segredos da Bahia eu quero ver…
Ouço o som de atabaques, esse batuque tem magia;
Os misticismos da África, me lembraram da Bahia.
Índio quer apito, mulata quer samba no pé;
Com os Muiraquitãs, proteção para o pajé.
Vi guerra em Alagoas ao passar pelo nordeste; Barro virando gente nas mãos de um cabra da peste… figura bem modelada pelo barro de Vitalino, serviram de inspiração para os mais belos figurinos.
Gente brava, guerreira que superou até a fome e a peste;
Lutando para conquistar o Reino unido do nordeste…
E na ginga da mulata, chego ao Rio de Janeiro, numa reunião de artistas geniais, Nelson Rodrigues, Elymar e Sargentelli reunidos no Rio samba e carnaval…
A cada enredo contado a formiga me encanta;
Tijuca de encantos e recantos alegra o meu coração…
Rezo… ao Intrépido guerreiro para fazer um samba de fé… de devoção…
Já fui corte portuguesa, o minueto eu dancei; Coroado pela Rainha Ginga, grande sorte eu alcancei…
Utopias e viagens aos confins da imaginação…
Negra pérola mulher, encantou meu coração.
No Batuk dos homens, sou muito mais que especial; No Império das águas doces lavei minha alma de forma sem igual.
O tempo ruge, a Sapucaí é grande, brinco de fazer carnaval.
E com o último dos profetas fecho minha viagem nessa escola genial…
Nobreza e tradição de gente que é bamba, e que sabe a força do seu pavilhão a brilhar…
Brilha em verde e branco…
Emociona nosso coração…
Com respeito às demais coirmãs és o primeiro entre muitas nações…
Hoje o Tupy vem saudar!
Vem cantar!
Vem homenagear a grandeza da tua história…
A beleza e grandeza de seus carnavais…
Peço passagem.
Oraiê iê ôôô, Kaô ôô…
Permita-me oh Império pomposo, grandioso… Que é da Tijuca;
Te enaltecer.
Ao meu samba se engrandecer com sua raiz…
Grande nação de um povo feliz.
Orgulhosamente o Tupy vem mostrar
Vem cantar…
Essa escola de gente faceira, escola guerreira…
Império da Tijuca… Na Corte do Samba és o primeiro.

GRCEES BOÊMIOS DA VILA (SÃO PAULO/SP)


GRES SÃO CLEMENTE (RIO DE JANEIRO/RJ)

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quarta-feira, 16 de agosto de 2017

SRB IMPERADORES DO SAMBA (PORTO ALEGRE/RS)


FS BARROCA ZONA SUL (SÃO PAULO/SP)

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SRB IMPERADORES DO SAMBA (PORTO ALEGRE/RS)

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SBRCAS UNIDOS DA VILA MAPA (PORTO ALEGRE/RS)

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GRES ARRANCO (RIO DE JANEIRO/RJ)

SRB IMPERADORES DO SAMBA (PORTO ALEGRE/RS)

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ARCC NENÊ DA HARMONIA (CANOAS/RS)

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CURSO (RIO DE JANEIRO/RJ)

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terça-feira, 15 de agosto de 2017

LEITURA

Lendo!

DESFILES ASSISTIDOS

Desfile assistido hoje São Paulo SP 2017
* Unidos de Vila Maria: Aparecida - A Rainha do Brasil. 300 Anos de Amor e Fé no Coração do Povo Brasileiro

GRBC CHUPA QUE É DE UVA (RIO DE JANEIRO/RJ)

Camiseta Diretoria 2018


GRES INOCENTES DE BELFORD ROXO (RIO DE JANEIRO/RJ)


GRES ACADÊMICOS DO GRANDE RIO (DUQUE DE CAXIAS/RJ)


GRES IMPÉRIO SERRANO (RIO DE JANEIRO/RJ)


SEMINÁRIO (RIO DE JANEIRO/RJ)


segunda-feira, 14 de agosto de 2017

SES TUP (SÃO PAULO/SP)

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GRCESM APRENDIZES DO SALGUEIRO (RIO DE JANEIRO/RJ)

Logo enredo 2018

SRES LINS IMPERIAL (RIO DE JANEIRO/RJ)

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GRES SERENO DE CAMPO GRANDE (RIO DE JANEIRO/RJ)

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GRES VILAGE NO SAMBA (NOVA FRIBURGO/RJ)

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SAMBA DO IRAJÁ (PORTO ALEGRE/RS)

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GRES UNIÃO DA ESPERANÇA (CAMPOS DOS GOYTAZES/RJ)

Parabéns pelo seu aniversário!
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sábado, 12 de agosto de 2017

GRCESM ESTRELINHA DA MOCIDADE (RIO DE JANEIRO/RJ)

Sinopse enredo 2018

Os Três Desejos de Aladdin


O GRESM Estrelinha da Mocidade, nesse carnaval de 2018 vai apresentar um mundo colorido e encantado de um jovem travesso e sonhador chamado Aladdin, que resolveu melhorar sua vida para poder ajudar sua pobre mãe viúva. Tentou buscar trabalho e mudar seu jeito de ser, pois vivia pelas ruas a se divertir.
Há muitos séculos, esse jovem travesso e sonhador tentou buscar trabalho e mudar seu jeito de ser, pois vivia pelas ruas a se divertir nas feiras, bazares e barracas, num mundo de cores e aromas, onde as ciganas dançavam sem parar com toda sua magia reluzindo no seu rodar um aroma de magia, onde encantadores de serpentes, com toda sua musicalidade, seduzem as cobras sem se importar com os gritos dos vendedores de tapetes.
Como era filho único e já não mais uma criança, Aladdin precisava assumir certas responsabilidades, porém o seu verdadeiro sonho era um dia se casar com a filha do Sultão, a Princesa Esmeralda, que morava com seu pai em um rico palácio. Nesse mesmo palácio, vivia também o malvado e ganancioso Califa, que queria tomar o lugar do Sultão.
Um dia o Califa bolou um plano, hipnotizou o Sultão e roubou o seu diamante mágico. Com a ajuda dessa pedra preciosa de muitos poderes, descobriu onde estava a lâmpada maravilhosa!
A lâmpada tinha poderes mágicos e podia transformar sonhos em realidade. Para obter tal tesouro, o Califa precisava de alguém ousado, jovem e que tivesse um bom coração, perfil que o feiticeiro malvado não tinha.
Por dias ele observou os meninos da rua e acabou descobrindo Aladdin. Para se aproximar e usar o jovem nos seus planos, Califa ordenou que Aladim fosse preso por suas travessuras nas ruas.
Disfarçado de mendigo, Califa o visitou na prisão e disse que se o jovem fosse com ele, o libertaria. Desconfiado, Aladdin perguntou a que troco faria isso por ele. Califa explicou que era para conquistar um tesouro, precisando apenas o jovem pegar uma lâmpada valiosa. Aladim para se livrar da prisão, aceitou a proposta.
Os dois foram então à Caverna do Deus Tigre, onde nem todos tinham coragem de entrar. O Califa, ainda disfarçado, disse a Aladdin para que entrasse na caverna, onde ele encontraria muito ouro. Mas para ele, o que interessava era apenas que Aladdin trouxesse a lâmpada.
Ao entrar na caverna, Aladdin encontrou um tapete mágico. Voando com ele avistou vários tesouros e a bendita lâmpada. Aladdin pegou a lâmpada e como estava muito suja começou a esfregar. De repente, algo aconteceu: Um gênio saiu da lâmpada e disse “Aqui estou meu mestre, faça seu pedido”. Aladdin desejou ser um príncipe e foi prontamente atendido. Depois disso, desejou conhecer a Princesa Esmeralda.
Aladdin mudou seu nome para não ser descoberto pelo Califa. Esmeralda e Aladdin se conheceram, se apaixonaram e dias depois marcaram seu casamento. Aladdin feliz da vida por ter realizado seu sonho ao lado de sua antiga paixão.
Porém, o Califa descobriu que o Príncipe era o Aladdin quando, vasculhando as roupas do jovem, encontrou a lâmpada no meio delas. O Sultão e a Princesa Esmeralda tiveram que se render ao malvado Califa, que se tornou muito poderoso com a lâmpada mágica nas mãos.
Inconformado, Aladdin foi em busca do tapete mágico e pediu que o levasse de volta ao palácio para salvar sua ama. Quando o Califa viu Aladdin, ficou furioso, esfregou a lâmpada e ordenou “Gênio, me transforme em um feiticeiro muito poderoso”. Aladdin, que era muito esperto, desafiou “Você ainda não será mais poderoso do que o Gênio da lâmpada”. Califa então ordenou: “Pois que eu seja o Gênio mais poderoso do mundo”.
Nesse momento, o Aladdin pegou a lâmpada e aprisionou o Califa dentro dela.
Aladdin e Esmeralda enfim puderam se casar e realizaram a festa mais bonita de todos os tempos. Empenhado em agradar sua amada, queria visitar os lugares mais ricos do mundo.
Aladdin fez ainda um último pedido: “Gênio, quero conhecer um lugar muito especial no Brasil, que se chama Vila Vintém, no Rio de Janeiro, junto com a minha Princesa”. Afinal, lá deveria ter muita beleza deslumbrante. Chegando lá desejou que a comunidade, tivesse à sua disposição, trabalho, saúde e educação, para que pudessem melhorar as condições de vida de todos, principalmente das crianças, que sonham com um futuro melhor… Ah! Só mais uma coisinha… Disse o Aladdin:
– Quero desfilar com as crianças da comunidade na Escola de Samba “ESTRELINHA DA MOCIDADE”!
Texto: Sidiney Rocha

Carnavalesco: Sidiney Rocha

Arame de Ricardo 2018 - Gravação da Escola

GRCB EM CIMA DA HORA PAULISTANA (SÃO PAULO/SP)

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GRCSES ACADÊMICOS DO TUCURUVI (SÃO PAULO/SP)

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GRCES DRAGÕES DA REAL (SÃO PAULO/SP)

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Samba Campeão Gaviões da Fiel 2018

Unidos do Peruche 2018 - Samba Enredo Oficial

ES TRADIÇÃO (SANTANA DO LIVRAMENTO/RS)

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GRFS DRAGÃO IMPERIAL (BRAGANÇA PAULISTA/SP)

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GRCES SABIÁ (NITERÓI/RJ)

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CETE (PORTO ALEGRE/RS)


sexta-feira, 11 de agosto de 2017

DESFILES ASSISTIDOS

Desfiles assistidos hoje São Paulo SP 2017
* Águia de Ouro - Amor Com Amor Se Paga. Uma História Animal
* Nenê de Vila Matilde - Coré Etuba. A Ópera de Todos os Povos, Terra de Todas as Gentes, Curitiba de Todos os Sonhos


CARNAVAL DE PORTO ALEGRE RS

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GRES CONSULADO (FLORIANÓPOLIS/SC)

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SBC BAMBAS DA ORGIA (PORTO ALEGRE/RS)


GRES UNIDOS DA PONTE (SÃO JOÃO DE MERITI (RIO DE JANEIRO/RJ)


GRBC URUBU CHEIROSO (RIO DE JANEIRO/RJ)

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